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L :
-Este homem foi à capela ver o Faí só pelo que soube, de nós, dele.
L está com a Ana, uma amiga; as duas sentadas, eu no chão, encostado à estante.
L parece querer valorizar-me. Ana é uma amiga que vive na pensão, acho que com o João, e vieram fumar.
Devem ser 2, 3 da manhã. A Ana faz-me um bafo que fumo no cachimbo da L .
Basicamente conversam; no início, para mim. L parece querer desmontar toda a má-língua que a Vera e i disseram sobre ela, a relação com o Faí e outros assuntos.
Eu permaneço calado. Não sei porque me tinha queixado da Vera e da irmã à L. Para lhe dizer que era ela a minha mais que tudo e só ela sem o dizer? Não sei, mas agora, ouvi-a.
Toco no pé da L , com o meu:
-L , também quero provar a tua.
E, L põe-me um bafo, pequenino, pequenino para mim.
